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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Assista: Shameless US

Olhe para essa mulher (em primeiro plano) por um instante... 
Ela é fantástica.

Baseado na versão britânica, que eu não faço questão de ver (mas nunca se sabe), Shameless US apresenta os Gallaghers, a família mais foda da minha grade seriadora. Eles são batalhadores, porradeiros, sem vergonha, amorosos, unidos e humanos. A maratona (de 4 dias no-stop) mais deliciosa, depois de Fringe e Lost, que já fiz. Shameless proporciona o melhor dramédia da minha grade. Para os não familiarizados, dramédia é a junção de drama e comédia. Shameless faz esse gênero com uma harmonia brilhante e apaixonante.

No time dos Gallaghers temos Frank (William H. Macy), Fiona (Emmy Rossum), Lip (Jeremy Allen White), Ian (Cameron Monaghan), Debbie (Emma Kenney), Carl (Ethan Cutkosky) e Liam.

Frank, é um pai ausente, alcoólatra, sem vergonha, que sempre cruza a linha do limite alheio. Pessoalmente, odeio Frank e todo seu comportamento. Ele consegue ser nojento, repulsivo, desonesto, intolerante, arrogante, revoltante... Basicamente, um lixo ambulante. Vai por mim, você irá odiá-lo.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Fast View: The Hunt (2012)

CONTÉM SPOILERS

História delicada. Acredito que não exista alguém que tolere a pedofilia. Cultura e religião não podem influenciar nessa questão, e infelizmente influenciam. A lentidão e a falta de som cria uma tensão absurda, mas a falta de diálogos para resolverem o problema me incomodou muito.

Como que anos de amizade não geram argumentos? "Olhe nos meus olhos." Vc não tem argumentos para afirmar sua inocência com aquele que se diz seu amigo? E a criança, quais são os momentos que sustem que ela não mente ou sofreu algum tipo de influência? Faltou texto e discussão. Se a intenção é de fazer o público pensar sobre, parabéns, funcionou comigo.

O final aberto me incomoda, num bom sentido. Lucas saber que desconfiam dele gera mais plot para (não?) discussão. O modo com que Lucas trata Klara é tão equilibrado que não saberia fazer melhor. Ele não pode ter muito contato para não gerar mais desconfiança, mas também não pode dar uma voadora, pois é agressão. LOL.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Breaking Bad Series Finale


Yo, bitch! Que jornada. Fico feliz por ter acompanhado semanalmente essa segunda metade. Cada episódio foi mágico e inspirador. Nesse último, não houve um segundo sequer onde não tenha ficado tenso. Gostei de todas as decisões tomadas. Gargalhei, coloquei a mão na cabeça puxando os cabelos, gritei, suspirei, aplaudi, admirei. Gostaria de falar mais, mas as palavras fogem pelo choque e êxtase!

E como no momento não tenho palavras, vou com o trunfo de que imagens falam mais do que palavras.





quarta-feira, 3 de abril de 2013

Sobre o season finale de In The Flesh

Vingança... dádiva dos deuses.

Como é confortante assistir uma história de qualidade, com um season finale com CARA de season finale. Ouviu essa TWD e companhia? The Walking Dead abalou minha fé na série, por isso, esse será meu breve comentário sobre o decepcionante season finale. Falemos então do season finale de ITF.

O episódio começa com Kieren “desaparecido”. Como não precisa dormir, Kieren não volta pra casa depois da noite passada onde se pôs na frente da arma de Rick, com intenção de provar um ponto de vista e defender outros PDSs. Kieren então fica vagando pela cidade. Até o momento em que volta ao mercadinho onde tem flashbacks de quando estava em um estado não tratado. O interessante é que vemos que a irmã dele não era tão sangue frio quando diz/dizia ser, muito pelo contrário, sua afeição por uma pessoa querida, fez com que ela não matasse o irmão. Assim, vemos que ela é uma fofa. Cute.  *-*

Ainda sobre os flashbacks... Kieren sente vontade de confortar os pais de Lisa, garota que Kieren devorou em seu estado não tratado, e como Jam também se sentia culpada pela morte de Lisa, ambos vão ao encontro dos pais de Lisa. O interessante desse plot fica por conta dos pais de Lisa. A reação esperada era de que eles surtassem com Kieren, mas não, afinal, eles já haviam assistido a filmes de zumbi. LOL. Mas sério, a ideia dos pais de Lisa, e que Kieren decide não negar, é de Lisa estaria infectada e vagando por aí... Mas Kieren sabe que não.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Sobre In The Flesh - 01x02



Zumbi é uma metáfora para a vida. E pelo visto In The Flesh é a primeira produção a trazer um zumbi reabilitado. Até o momento sabemos que os portadores da síndrome do falecimento parcial (SFP) não se alimentam, possuem a memória de antes da morte, tem sentimentos, moral e ética. São seres com comportamento “normal”, exceto por algumas poucas características.

Nesse segundo episódio Rick, filho de Bill, aparentemente líder da força voluntariada de humanos (FVH), volta. Rick estava lutando pelo exército e foi atingido por uma explosão que causou sua morte. Ao voltar pra casa, os pais de Rick aparentam estar em estado de negação sobre o filho ser um morto-vivo, algo que Bill é contra. O drama do episódio fica por conta de Kieren e Rick, que se eu entendi bem, tinham um relacionamento amoroso secreto antes do apocalipse (A Ascensão).


terça-feira, 19 de março de 2013

Sobre o piloto de In The Flesh

Só eu pensei em uma piada pesada que você não diz em público?
Considero-me suspeito pra falar de algo com zumbis, já que tenho uma queda pelo universo dos mortos vivos e o drama dos sobreviventes em um apocalipse, mas estou completamente surpreso e feliz com o piloto de In The Flesh. Uma nova porta, do meu quarto da imaginação, se abre, e dessa vez eu vejo o lado de um "parcialmente morto" (Partially Deceased Syndrome).

Gostei do drama que Kieren e os portadores da Síndrome do Falecimento Parcial passarão em sua volta ao convívio em uma sociedade não portadora. O julgamento que os não portadores da cidadezinha de Roarton possuem é compreensível, mas muito extremo. Foi em Roarton que surgiu o FVH, sigla para Força Voluntariada de Humanos, uma espécie de grupo de sobreviventes que defenderam a comunidade de Roarton nos tempos da Ascensão. Se eu entendi bem, Ascensão foi o nome dado ao acontecimento dos mortos vivos.