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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Comentários: RoboCop do Padilha


Pra mim, o lema deste RoboCop é:

“Quem não deve, não teme.”

A primeira discussão que o filme traz é o uso de máquina, robôs, para pacificação de locais externos e de conflito com os Estados Unidos. O benefício de não ter seres humanos em campo de batalha é interessante, mas a automatização da guerra faz com que ela possa durar mais tempo e ainda afetando todos ao seu redor. Com a automatização da guerra podemos definir que quem tiver a melhor tecnologia irá dominar. Nessa corrida, o Estados Unidos está bem.

“O que é mais importante do que a segurança do povo americano?”

Fantasiados de segurança para o povo, a tecnologia mostrada no filme também pode, e deve, ser vista como controle da massa por uma organização. O Big Brother, mais uma vez, ataca através da tecnologia. O RoboCop pode ser visto como um fantoche de uma organização. Uma máscara que encobre diversas pessoas em busca de poder e soberania, uma posição privilegiada, querendo torna-se inalcançável.

Outro elemento abordado no filme é a corrupção na polícia. Assim como em Tropa de Elite 2, Padilha volta a colocar o dedo na ferida. Felizmente, nosso herói, com toda sua tecnologia, é capaz de descobrir os responsáveis pelo atentado sofrido. Todos os aspectos na captação tecnológica das informações são fantásticas.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Comprar, tirar, comprar...


"Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido. A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização". Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos."
Como o consumismo é uma palhaçada. A maioria da população mundial basicamente nasce, estuda, estuda mais, estuda mais um pouco, busca por um emprego para conseguir dinheiro de forma honesta e depois que consegue o dinheiro temos que gastar. Aqueles que conseguem mais dinheiro que os outros tem o luxo. Aqueles que ganham pouco ainda gastam o que não tem. E tem ainda aqueles que só ganham o suficiente para TENTAR sobreviver. E isso é só um pouco do que é nossa sociedade atual...