terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Fast View: Frozen (2013)

Estou contente por ver sutileza na abordagem de mais uma "princesa independente". Gosto dessa inovação da Disney e o filme trás diversos momentos assim. O amor verdadeiro pode vir de outras fontes, existem outros amores além do primeiro, e não é necessário desespero para ser querida e encontrar o amor, isso analisando Anna. Elsa já é mais madura, trazendo a adaptação e o destemido. É um filme gostoso de assistir.

As partes musicais estão ótimas. "Você quer brincar na neve" é de longe a coisa mais fofa que já vi. Além de ser emocionante num nível quase Up. Além disso, a animação tem um leveza graciosa, tantos nas partes de Anna toda adorável e moleca quanto em Let It Go (Livre Estou). Em especial no momento em que Elsa solta os cabelos e passa a mão por trás das tranças, trazendo-as para frente do corpo. Foi lindo. O visual do filme, em si, é lindo, e embora gelado, é aconchegante.

Vi na versão dublada (pt-br) e a única coisa que me incomoda é o não reconhecimento da dublagem principal. Fábio Porchat passa longe de protagonista e de essencial pra dublagem, mesmo tendo feito um trabalho ok. Então, por que raios a mídia não dá reconhecimento para os atores e cantores, assim como Porchat, que trabalham no filme? Garanto que o trabalho dessas pessoas influenciam na mesma medida que o dos astros de Hollywood.

Acredito, que quando falamos de animações, o dublador é uma das peças-chave para um bom resultado. Sendo assim, sejam eles provenientes do local original da animação, quanto de outras regiões, merecem reconhecimento pelo trabalho. Seus belos rostinhos podiam, e deviam, estar juntos aos posteres das cópias dubladas (pt-br).


sábado, 12 de outubro de 2013

Fast View: Gravidade (2013)

Acredito que seja a primeira vez que saio do cinema cansado, com dores musculares, falta de ar e pernas bambas. Precisei reaprender, por um curto momento, como é a gravidade fora da sala de cinema. A agonia, tensão, nervosismo e pânico, são alguns dos sentimentos presentes ao assistir Gravidade. Esses sentimentos foram mais intensos nos trailers devido a um primeiro contato. Ao assistir na telona eles se repetiram, não tão intensamente quanto no primeiro contato, mas funcionaram e causaram o estado que me encontrava ao sair da sessão.

A jornada da personagem é absurda, mas consigo imaginar um programa de jornal narrando a história como se fosse verídica. Sem treinamento (e talvez até com treinamento) entraria em pânico em várias situações e provavelmente não sobreviveria. É preciso muito sangue frio para passar por tudo que Ryan passou.

O filme conta também com alívios cômicos, por parte do galã espaçial Matt Kowalski (George Clooney), que por uma fração de segundos nos fazem esquecer a grandiosidade da situação que os personagens se encontram. A sutileza nos planos-sequência são deliciosas de assistir. A trilha sonora marca muito bem os eventos catástrofe e os momentos de pânico. Mas o mais belo é o silêncio. Vou ~cagar~ uma regra... Gravidade deve ser assistido em silêncio. Se for ao cinema recomendo que vá numa sessão de horário impopular. Barulhos de embalagens ou pipoca podem atrapalhar dependendo do momento.

Um filme com um visual espetacular, com diálogos não tão atrativos, mas com uma interpretação admirável de Sandra Bullock. Imaginar como essa obra foi filmada e produzida é um exercício engrandecedor. Uma experiência fantástica. Uma obra inspiradora.

P.S.: "Don't let go" me rachou no meio.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Breaking Bad Series Finale


Yo, bitch! Que jornada. Fico feliz por ter acompanhado semanalmente essa segunda metade. Cada episódio foi mágico e inspirador. Nesse último, não houve um segundo sequer onde não tenha ficado tenso. Gostei de todas as decisões tomadas. Gargalhei, coloquei a mão na cabeça puxando os cabelos, gritei, suspirei, aplaudi, admirei. Gostaria de falar mais, mas as palavras fogem pelo choque e êxtase!

E como no momento não tenho palavras, vou com o trunfo de que imagens falam mais do que palavras.





domingo, 29 de setembro de 2013

Mortal Kombat: Legacy

Get over here!
(and watch Mortal Kombat Legacy!)

Ao menos pra mim, o ano de 2011 nunca pareceu tão distante em relação a 2ª temporada de Mortal Kombat Legacy. Tudo começou com Kevin Tancharoen, diretor do curta-metragem independente chamado Mortal Kombat: Rebirth, em 2010. O curta teve uma repercussão positiva e ganhou uma série online! A primeira temporada da série foi lançada em abril de 2011. Assisti ambos na época. Gostei do trabalho, mas ficou por isso mesmo. Não haviam muitas noticias e a série deixou de ter presença na minha vida.

(ative as legendas no player)



Até que a fall season americana chega trazendo a segunda temporada completa, no melhor estilo Netflix (como todos os episódio), e mais, com legendas em pt-br! Assim como a primeira temporada, que fez um bom trabalho em contar a história, coreografia de lutas, efeitos especiais, caracterização, edição, montagem, trilha sonora, direção e fotografia, a segunda temporada volta recheada com novos personagens.


domingo, 15 de setembro de 2013

Fast View: The Croods

Que animação gostosa de assistir! Gosto muito do período das cavernas. Pensar nas primeiras descobertas dos homens é fascinante. Mais fascinante ainda é como eles viviam e como evoluíram. The Croods mostra essa evolução de forma descontraída em uma aventura com muito bom humor. Acompanhamos a família de Grug (dublado por Nicolas Cage), pai e chefe da família Croods. Conhecemos um pouco dessa familía através da narração de Eep, que conta como vivem e como a família ficou sozinha devido a fatalidades que moldaram o comportamento dos Croods.

Como estão no inicio do dia, os Croods vão se alimentar. A aventura pelo café da manhã apresenta ao espectador os bons personagens que compõem a família Croods. Grug, o pai responsável, Eep a aventureira e destemida, Ugga (Catherine Keener), a esposa fiel de Grug, mãe de Eep e Sandy, o bebê feroz, Gran (Cloris Leachman), sogra de Grug que não morre, e Thunk (Clark Duke), o jovem inocente que admira o pai e é desprovido de inteligência. A sequência do café da manhã é ótima! Ali vemos um pouco da criatividade para fauna no universo do filme.

O trabalho de Grug é fazer com que sua família sobreviva. Todos concordam com as decisões de Grug, mas Eep (Emma Stone), reluta com as decisões. Eap não vê motivos para apenas sobreviver. Eep quer viver.


domingo, 8 de setembro de 2013

Fast View: Once (2006)

De forma despretensiosa e achando que ia assistir a apenas mais um romance, fui conferir Once (2006), recomendado por uma amiga. Vale mencionar que nunca fui fã de romances, mas venho notando que ao passar do tempo tenho me aberto mais ao gênero. Felizmente, esse comportamento vem me proporcionando ótimas experiências. Experiências essas que são muito pessoais, e que contá-las a você, leitor, me deixam um pouco desconfortável.

Como não sou amigo dos potenciais leitores deste mundo, escrever como se estivesse escrevendo para um amigo não é, ao meu ver, um comportamento muito inteligente. Então, vou falar de mim, com moderação, afinal, não tem como falar de um filme como Once, que tem como centro os sentimentos, sem falar sobre o que senti. Sendo assim...

Once conta a história de um cara (Guy) e de uma garota (girl). Esse cara, que foi traído pela esposa, volta a morar com o pai, e o ajuda a consertar aspiradores de pó. Nos seus momentos onde não está com o pai, ele faz performances na rua tocando músicas conhecidas para ganhar um trocado e aumentar a renda e ir atrás de seus objetivos.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Fast View: O Homem do Futuro

CONTÉM SPOILERS

Que surpresa boa! Tempos depois do lançamento fui conferir. Gostei e me diverti. Suas linhas temporais são ótimas, e a ideia de que o amor faz parte da equação geral do universo é bela.

Wagner Moura está excelente, diferenciando muito bem seu personagem em certo momento da linha temporal, o que me faz citar Tatiana Maslany, a atriz mais linda do coração do #cloneclube, e te falar que se você ainda não assiste Orphan Black devia conferir. ;D

Alinne Morais... tenho um tombo por essa mulher desde Moa em Dar Cor do Pecado. No filme está sempre linda e talentosa, principalmente na cena em que Zero a visita na penitenciária. Que atuação excelente!

O que me incomodou um pouco foi a atuação de Fernando Ceylão, o Otávio, amigo de Zero. Ele está inexpressivo e sem graça, quando podia estar surtando e cheio dos alívios cômicos.

Outra coisa que me incomodou foi o fato de Zero voltar para a o futuro com a roupa de astronauta. O que volta pro futuro deveria ser apenas a consciência, assim como a aconteceu na primeira vez, onde Zero era um canalha, certo?