domingo, 12 de janeiro de 2014

Community S05E03: Por dentro do Ass Crack Bandit Case

CONTÉM SPOILERS

Esse post tem por base o ótimo terceiro episódio da quinta temporada de Community

Afinal, quem são os reais suspeitos? Tem que ser alguém que atacou antes, ou não?. Se Annie possui recortes de jornal, provavelmente The Greendale Seven estavam lá. Será que pode ter sido um deles? Naquela época não houve nenhuma apreensão e o bandido continuou solto, mas cessou as atividades. Quem seriam os suspeitos? Pergunta ainda difícil de responder, pois não temos muitos dados da época. Sabemos que o bandido não atacava a mais de um ano.







Seria o real Ass Crack Bandit que voltou a atacar, ou é um copycat? Um plagiador? Irei analisar e ilustrar este post para criar um mapa de acontecimentos para que fique mais claro e fácil de solucionar o caso. Irei analisar por ordem de acontecimentos, identificando aonde cada pessoa estava na hora dos ataques.


Ataque a Garret Lambert


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Filmes mais esperados 2014: Omelete


Esse ano está ótimo para o cinema. Os blockbusters estão chegando e estão deixando muitos fãs ansiosos. Divulgo os vídeos abaixo pois a galera do Omelete tem opiniões bacanas e informações que podem diminuir ou aumentar sua expectativa. O exemplo disso é o Godzilla. Depois da reação do Borgo fiquei bem ansioso pra conferir. Claro que tem muito mais coisa por vir, mas os destaques apontados por Hessel e Borgo são realmente esperados. De todos, a sequência de Planeta dos Macacos é o filme mais aguardado por mim.




Assista: Shameless US

Olhe para essa mulher (em primeiro plano) por um instante... 
Ela é fantástica.

Baseado na versão britânica, que eu não faço questão de ver (mas nunca se sabe), Shameless US apresenta os Gallaghers, a família mais foda da minha grade seriadora. Eles são batalhadores, porradeiros, sem vergonha, amorosos, unidos e humanos. A maratona (de 4 dias no-stop) mais deliciosa, depois de Fringe e Lost, que já fiz. Shameless proporciona o melhor dramédia da minha grade. Para os não familiarizados, dramédia é a junção de drama e comédia. Shameless faz esse gênero com uma harmonia brilhante e apaixonante.

No time dos Gallaghers temos Frank (William H. Macy), Fiona (Emmy Rossum), Lip (Jeremy Allen White), Ian (Cameron Monaghan), Debbie (Emma Kenney), Carl (Ethan Cutkosky) e Liam.

Frank, é um pai ausente, alcoólatra, sem vergonha, que sempre cruza a linha do limite alheio. Pessoalmente, odeio Frank e todo seu comportamento. Ele consegue ser nojento, repulsivo, desonesto, intolerante, arrogante, revoltante... Basicamente, um lixo ambulante. Vai por mim, você irá odiá-lo.

Fast View: United 93 (2006)

CONTÉM SPOILERS

O início, como todo os termos técnicos podem afastar o telespectador. Com poucas falas já entendemos que está ocorrendo vários sequestros de aeronaves e que ninguém faz ideia do que seja. Sendo assim, acho que um maior tempo de tela para os passageiros do voo 93 seria mais proveitoso.

Mas até que os passageiros ganhem maior tempo de tela no filme, os momentos onde os controladores e militares recebiam a notícia dos ataques ao pentágono e as torres gêmeas eram tocantes. Ver a reação do povo àquela catástrofe sem saber o que pensar, desnorteados, deve ter sido um susto e tanto.

Em 2001 tinha 7 anos. Não tinha cabeça pra entender os acontecimentos, só queria ver meus desenhos na Globo. Em 2006 tinha 12 anos. Não tinha ideia de que esse filme existia e pouco interesse sobre o acontecimento. Em 2014 estou pra completar 20 anos. Estou completamente abalado com o drama daqueles passageiros. Só quem viveu aquilo sabe da real intensidade daqueles acontecimentos. E os familiares e amigos que receberam a ligação? Não sei o que devia ter passado na mente deles, além de tristeza.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Fast View: The Hunt (2012)

CONTÉM SPOILERS

História delicada. Acredito que não exista alguém que tolere a pedofilia. Cultura e religião não podem influenciar nessa questão, e infelizmente influenciam. A lentidão e a falta de som cria uma tensão absurda, mas a falta de diálogos para resolverem o problema me incomodou muito.

Como que anos de amizade não geram argumentos? "Olhe nos meus olhos." Vc não tem argumentos para afirmar sua inocência com aquele que se diz seu amigo? E a criança, quais são os momentos que sustem que ela não mente ou sofreu algum tipo de influência? Faltou texto e discussão. Se a intenção é de fazer o público pensar sobre, parabéns, funcionou comigo.

O final aberto me incomoda, num bom sentido. Lucas saber que desconfiam dele gera mais plot para (não?) discussão. O modo com que Lucas trata Klara é tão equilibrado que não saberia fazer melhor. Ele não pode ter muito contato para não gerar mais desconfiança, mas também não pode dar uma voadora, pois é agressão. LOL.

Fast View: Frozen (2013)

Estou contente por ver sutileza na abordagem de mais uma "princesa independente". Gosto dessa inovação da Disney e o filme trás diversos momentos assim. O amor verdadeiro pode vir de outras fontes, existem outros amores além do primeiro, e não é necessário desespero para ser querida e encontrar o amor, isso analisando Anna. Elsa já é mais madura, trazendo a adaptação e o destemido. É um filme gostoso de assistir.

As partes musicais estão ótimas. "Você quer brincar na neve" é de longe a coisa mais fofa que já vi. Além de ser emocionante num nível quase Up. Além disso, a animação tem um leveza graciosa, tantos nas partes de Anna toda adorável e moleca quanto em Let It Go (Livre Estou). Em especial no momento em que Elsa solta os cabelos e passa a mão por trás das tranças, trazendo-as para frente do corpo. Foi lindo. O visual do filme, em si, é lindo, e embora gelado, é aconchegante.

Vi na versão dublada (pt-br) e a única coisa que me incomoda é o não reconhecimento da dublagem principal. Fábio Porchat passa longe de protagonista e de essencial pra dublagem, mesmo tendo feito um trabalho ok. Então, por que raios a mídia não dá reconhecimento para os atores e cantores, assim como Porchat, que trabalham no filme? Garanto que o trabalho dessas pessoas influenciam na mesma medida que o dos astros de Hollywood.

Acredito, que quando falamos de animações, o dublador é uma das peças-chave para um bom resultado. Sendo assim, sejam eles provenientes do local original da animação, quanto de outras regiões, merecem reconhecimento pelo trabalho. Seus belos rostinhos podiam, e deviam, estar juntos aos posteres das cópias dubladas (pt-br).


sábado, 12 de outubro de 2013

Fast View: Gravidade (2013)

Acredito que seja a primeira vez que saio do cinema cansado, com dores musculares, falta de ar e pernas bambas. Precisei reaprender, por um curto momento, como é a gravidade fora da sala de cinema. A agonia, tensão, nervosismo e pânico, são alguns dos sentimentos presentes ao assistir Gravidade. Esses sentimentos foram mais intensos nos trailers devido a um primeiro contato. Ao assistir na telona eles se repetiram, não tão intensamente quanto no primeiro contato, mas funcionaram e causaram o estado que me encontrava ao sair da sessão.

A jornada da personagem é absurda, mas consigo imaginar um programa de jornal narrando a história como se fosse verídica. Sem treinamento (e talvez até com treinamento) entraria em pânico em várias situações e provavelmente não sobreviveria. É preciso muito sangue frio para passar por tudo que Ryan passou.

O filme conta também com alívios cômicos, por parte do galã espaçial Matt Kowalski (George Clooney), que por uma fração de segundos nos fazem esquecer a grandiosidade da situação que os personagens se encontram. A sutileza nos planos-sequência são deliciosas de assistir. A trilha sonora marca muito bem os eventos catástrofe e os momentos de pânico. Mas o mais belo é o silêncio. Vou ~cagar~ uma regra... Gravidade deve ser assistido em silêncio. Se for ao cinema recomendo que vá numa sessão de horário impopular. Barulhos de embalagens ou pipoca podem atrapalhar dependendo do momento.

Um filme com um visual espetacular, com diálogos não tão atrativos, mas com uma interpretação admirável de Sandra Bullock. Imaginar como essa obra foi filmada e produzida é um exercício engrandecedor. Uma experiência fantástica. Uma obra inspiradora.

P.S.: "Don't let go" me rachou no meio.