sexta-feira, 14 de março de 2014

King of the Nerds - S02E08 - One nerd to rule them all


Encerra-se mais uma temporada deste ótimo reality show. Com a popularização da tecnologia e informação, o termo nerd vem ganhando discussões. Sigo a definição do Jovem Nerd, onde o nerd é uma pessoa que se aprofunda em determinado, ou em diversos, conhecimentos diferentes.

Nessa temporada tivemos um ótimo elenco e grandes emoções. Talvez pq tenha acompanhado semanalmente, mas achei melhor que a primeira temporada. Meus favoritos formaram o Top 2 e eu não poderia pedir mais. O nerd off foi melhor que o da primeira temporada, não sendo por popularidade. As provas foram ótimas e muito tensas. A discussão e argumentos para ser o rei dos nerds tbm foi ótima.


sábado, 1 de março de 2014

Assista: Moone Boy


Eu tenho que escrever sobre Moone Boy. Foi o que pensei ao terminar de assistir o 2º episódio da 2ª temporada dessa série que vem me fazendo gargalhar como a muito tempo não acontecia. Por mais uma ótima recomendação de uma amiga, comecei a assistir Mooney Boy.

Moone Boy é uma série irlandesa, criada, co-escrita e co-protagonizada por Chris O’Dowd para o canal de tv britânico chamado Sky. A série, semiautobiográfica da vida de O’Dowd foca na história de um menino chamado Martin. Martin vive em the soil of Boyle, na Irlanda. Martin é um garoto simpático, ingênuo e carismático, que tem um amigo imaginário chamado Sean, interpretado por O’Dowd. Martin vive com seu pai, mãe, e mais três irmãs. A mais nova implica com ele, a do meio curte rock, punk e semelhantes, e a mais velha é a mais correta.

Martin, de 12 anos, não é o garoto mais popular de sua escola, mas mantém amizade com seu fiel e divertidíssimo amigo Padraic, que merece um parágrafo (ou dois) mais pra frente só pra ele. Mas, Padraic não é a companhia constante de Martin, e sim Sean. Sean, a externalização da consciência (ou subconsciência de Martin) é a companhia perfeita. Quem melhor do que seu subconsciente para te dar moral, elevar seu espírito, te fazer companhia? Ao menos eu queria ter um(a) amigo(a) imaginário para responder as diversas perguntas que surgem na minha cabeça.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Comentários: RoboCop do Padilha


Pra mim, o lema deste RoboCop é:

“Quem não deve, não teme.”

A primeira discussão que o filme traz é o uso de máquina, robôs, para pacificação de locais externos e de conflito com os Estados Unidos. O benefício de não ter seres humanos em campo de batalha é interessante, mas a automatização da guerra faz com que ela possa durar mais tempo e ainda afetando todos ao seu redor. Com a automatização da guerra podemos definir que quem tiver a melhor tecnologia irá dominar. Nessa corrida, o Estados Unidos está bem.

“O que é mais importante do que a segurança do povo americano?”

Fantasiados de segurança para o povo, a tecnologia mostrada no filme também pode, e deve, ser vista como controle da massa por uma organização. O Big Brother, mais uma vez, ataca através da tecnologia. O RoboCop pode ser visto como um fantoche de uma organização. Uma máscara que encobre diversas pessoas em busca de poder e soberania, uma posição privilegiada, querendo torna-se inalcançável.

Outro elemento abordado no filme é a corrupção na polícia. Assim como em Tropa de Elite 2, Padilha volta a colocar o dedo na ferida. Felizmente, nosso herói, com toda sua tecnologia, é capaz de descobrir os responsáveis pelo atentado sofrido. Todos os aspectos na captação tecnológica das informações são fantásticas.

Mind Games: Piloto


CONTÉM SPOILERS


Pra mexer com a cabeça alheia você precisa ter uma mente muito bagunçada, e é isso que os protagonistas tem. Ross (Christian Slater) ainda é o mais centrado, embora eu ache que ele também pode vir a ter um forte carga dramática. Já o irmão de Ross, Clark (Steve Zahn), tem uma drama ao meu ver um pouco bobo, mas soube fazer papel de maluco muito bem. Eu comprei.


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Compilado RoboCop do Padilha (♥)

Devido a empolgação pós sessão do RoboCop do Padilha, resolvi fazer este post compilado sobre o que vi e li sobre este filme surpreendente. Mas primeiro, um breve comentário com minhas impressões sobre o filme:

Não é só um blockbuster (que não fez muito dinheiro), é um diretor brasileiro fazendo uma crítica em solo estrangeiro com ação e reflexão. Pessoalmente, este filme conversou mais comigo do que o original. A violência do Tropa não está no Robô, mas a critica está. Fui com baixas expectativas e me surpreendi de forma extremamente positiva. Saí da sessão empolgado, querendo rever. Está tudo ótimo, até então não tenho nada do que reclamar.

Este RoboCop traz a discussão do militarismo automatizado e da incorporação homem-máquina (mesmo que em menor parte). É bonito de ver. Neste filme defino Padilha como um diretor que vem trazer a discussão sobre a política e a sociedade moderna. Tropa de Elite fez, e RoboCop, aliado a ficção científica, faz também.

Anyway, GOSTEI MUITO! Meu desejo, hoje, é ter um DVD do filme para rever. #pretigie

Nerdcast 403 - Robocop vs Robocop
(Jovem Nerd)

Rapaduracast 363
(Cinema com Rapadura)

(Judão)

(Ligado em Série)

Crítica: RoboCop
(Cinema em Cena)



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Fast view: Gamgi (2013)

Muito bom. Confesso que antes dos 40 minutos finais estava achando tudo apenas ok. A retração dos acontecimentos está totalmente crível, mas sentia falta de algo, talvez simpatia pelos personagens. Até então via cenas de egoísmo de muitos, e generosidades de poucos, o que é comum numa situação igual aquela.

Mas foram os 40 minutos finais que me surpreenderam e que proporcionou o que estava sentindo falta durante o filme. O pânico, conflito, medo, revolta, indignação, impotência, fraqueza, força, determinação, otimismo, esperança, raiva, compaixão e alegria, são algumas das muitas emoções possíveis de serem sentidas na medida que esses 40 minutos passam. A simpatia veio com o charme de Mirre. O que soa um pouco egoísta, pois com certeza haviam dramas mais tristes que a dos protagonistas.

A direção, atuações, principalmente da pequena Min-ah Park (que me lembrou Mana Ashida, a versão criança de Mako em Pacific Rim) e o roteiro, fazem com que o filme tenha substância para te entreter durante duas horas. A sequência de eventos da epidemia até o descontrole, é chatinho, devo confessar, mas durante o pânico é possível refletir sobre o comportamento social, político e pessoal, de todos que se encontram naquela situação horrível e assustadora.

O conjunto da obra faz com que Gamgi (Flu, ou The Flu) entre na lista de melhores filmes sobre epidemia, ao menos na minha ele entra.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fast View: Piloto de The After

Quem não curte premissa apocalíptica? Eu curto muito! Pelo poster no Legendas TV e pela premissa, fui conferir o piloto produzido pela Amazon e criado por Chris Carter, o também criador de Arquivo X. Confesso que fiquei torcendo para não aparecer nada sobrenatural, zumbi, e etc, mas após a "participação especial" de Samara do universo paralelo, mudei de opinião. Ainda assim, queria ver algo apenas humano. Os personagens, que se juntam ao caso, não sabem o que está acontecendo, muito menos nós, espectadores. Alguns encaram como falha de roteiro, eu vejo apenas como um mistério caótico, embora compreendo que podia ser mais elaborado. Os personagens se reúnem num estacionamento, e é nele que fiquei tenso e empolgado, achando que tinha achado a melhor série do mundo da última semana.

Do estacionamento, passando pelo caos da multidão, que querendo ou não lembram os tão batidos zumbis, até a casa da velhinha com diabetes (com a policial se agarrando na traseira da ambulância sabe-se lá porque), tive bons sentimentos. No estacionamento lembrei de Lost, na ambulância lembrei do remake de Madrugada dos Mortos, e na mansão, de Zumbilândia. Boas memórias. Mas da chegada dos "chicanos" até o final foi um pouco bizarro, mas não menos empolgante. A partir da chegada na mansão, a trama correu muito rápida, o que acho positivo, pois não queria um plot de roubo de cofre. Pffv, né?